Mulheres
Ai se as mulheres soubessem do poder que elas possuem. Em uma festa, elas ficam ali, sempre tranquilas em relação aos homens ao redor, as vezes olham, dão risadinhas mas raramente dão o primeiro passo. Simplesmente ali, aproveitando a música, dançando como se não tivesse nenhum interesse de parar nos braços ou na cama de qualquer um que a aborde, fingindo estar apenas aproveitando o ritmo da música. Por outro lado, têm os homens, sempre perambulando pra lá e pra cá com antenas e olhares ligados em tudo que se mexe, checando, analisando e avaliando. A aparência é sempre válida, e ainda mais importante do que as das mulheres, só que o foco está no status. O copo tem sempre que estar cheio pra posar para os amigos, a roupa sempre em ordem, o perfume em dia e o sorriso nos trinques, tudo para as mulheres.
Os rapazes, é claro, logo encontram alguém de interesse, e os olhos ali, quase tão penetrantes quanto suas genitálias gostariam de ser, atentos a cada movimento das pernas, e dimensão dos seios e bunda. A imaginação vai a mil, pensamentos eróticos, pervertidos, fantasiosos, a paixão platônica vai a mil, e sempre pensando na melhor forma de se aproximar. Alguns caem na dança e tentam ganhar no requebrado, alguns fingem de desentendidos e simulam um encontrão acidental, outros já mais indiscretos chegam diretos no assunto, mas todos, sem excessão chegam no intuito de tê-la nos seus braços e na sua cama.
Assim, quase todo o poder de decisão cabe a mulher, os homens fazem o esforço e o sacrifício necessário para que ela simplesmente o aceite, e esse jogo de submissão faz dos homens pequenos escravos, presos pelo desejo, e apesar de todos nós negarmos isso, essa escravidão nos satisfaz, podemos tentar parecer machões e machistas, mas somos sempre presos à vontade delas, porque nós estaremos sempre aqui as querendo, obcecados pelo charme, beleza e o tesão que é uma mulher.
Os rapazes, é claro, logo encontram alguém de interesse, e os olhos ali, quase tão penetrantes quanto suas genitálias gostariam de ser, atentos a cada movimento das pernas, e dimensão dos seios e bunda. A imaginação vai a mil, pensamentos eróticos, pervertidos, fantasiosos, a paixão platônica vai a mil, e sempre pensando na melhor forma de se aproximar. Alguns caem na dança e tentam ganhar no requebrado, alguns fingem de desentendidos e simulam um encontrão acidental, outros já mais indiscretos chegam diretos no assunto, mas todos, sem excessão chegam no intuito de tê-la nos seus braços e na sua cama.
Assim, quase todo o poder de decisão cabe a mulher, os homens fazem o esforço e o sacrifício necessário para que ela simplesmente o aceite, e esse jogo de submissão faz dos homens pequenos escravos, presos pelo desejo, e apesar de todos nós negarmos isso, essa escravidão nos satisfaz, podemos tentar parecer machões e machistas, mas somos sempre presos à vontade delas, porque nós estaremos sempre aqui as querendo, obcecados pelo charme, beleza e o tesão que é uma mulher.

